Festividades
8 de Setembro é a data da Feira Anual que coincide com as Festas Concelhias e o feriado municipal. Foi o Infante D. Pedro, senhor de Montemor-o-Velho, que instituiu a feira franca, em 1426, que na altura durava de 1 a 15 de Setembro. Decorrem ainda neste período a Feira do Cavalo e a venda de produtos típicos da região.
Ao longo do ano, realiza-se a feira quinzenal à 4ª feira, quando são comercializados produtos agrícolas, alfaias agrícolas, artesanato, vestuário.
Festas e Romarias
S. Brás no primeiro domingo de Fevereiro;
Nossa Senhora da Paz em Fevereiro (Moinho da Mata);
Nossa Senhora da Graça em Julho ou Agosto;
Senhor dos Passos no fim de semana anterior à Páscoa.
Realizam-se ainda as seguintes festas:
Feira do Livro em Março;
Marchas Populares a 13 de Junho;
Feira de Artesanato em Dezembro;
Concurso Vestido de Chita em finais de Agosto;
Festival de teatro Citemor em Julho-Agosto.
COMENTÁRIOS DOS LEITORES
Ainda não há comentários para este artigo.
|
|

Click for weather forecast
NEWSLETTER
Subscrever a newsletter:
ARRENDA-SE.NET
Quartos, apartamentos, casas, etc
RECADINHOS
Últimos recadinhos dos leitores:
Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20
RELÓGIO
Veja que horas são no mundo
NOTÍCIAS
Jornal O PÚBLICO
O tempo de Seguro António José Seguro tem a vantagem de não estar de todo focado no curto prazo. Nesse aspeto, ele é um anti-Montenegro, ou um anti-Costa. Opinião de João Cardoso Rosas 40 anos depois, a UE caiu em si Depois de quatro décadas a proibir a política industrial, Bruxelas descobre agora que não é possível fazer desenvolvimento económico sem ela. Opinião de Ricardo Paes Mamede Primavera presidencial Seguro tem grandes desafios pela frente, mas é a pessoa certa para equilibrar o perfil da Presidência no atual quadro constitucional com as expectativas dos seus eleitores. Opinião de Bruno Gonçalves O homem que se foi embora de Belém Marcelo sai sem brilho, o que não quer dizer que o não coloquem em píncaros da chamada proximidade, que correspondia a um afastamento real nesta Lusitânia desesperada por nada acontecer. Opinião de Domingos Lopes No caso de precisarmos Bendito seja a nossa forretice romântica de guardar o que é inútil. E as desculpas que arranjamos para justificar o açambarcamento. Crónica de Miguel Esteves Cardoso Em Coimbra, o PS quebrou as linhas vermelhas com o Chega. É a “normalização” Uma coisa que não é ética em Lisboa, não passa a ser em Coimbra. Com esta nomeação da vereadora ex-Chega, o PS também quebrou as suas linhas vermelhas. É um marco sobre a normalização do Chega. Opinião de Ana Sá Lopes
|