Ilustração sobre a Localidade

Santuário de Fátima

O Santuário de Fátima começou a ser contruído em 1928, altura em que se ergeu a Basílica da Cova da Iria, em estilo neo-barroco, segundo um projecto do arquitecto holandês G. Van Kriecken, vindo a ser sagrada em 1953.

O altar-mor apresenta vitrais com algumas das cenas das aparições e um quadro onde está representada a mensagem que Nossa Senhora transmitiu aos pastorinhos.

As estátuas dos Apóstolos do Imaculado Coração de Maria estão colocados nos quatro cantos da Basílica. O simulo do Bispo de Leiria, D. José Alves Correia da Silva, encontra-se na capela-mor. Os túmulos dos Pastorinhos Jacinta e Francisco Marto encontram-se no lado nascente.

Notável ainda o monumental órgão, com cerca de 12 mil tubos, com data de 1952. As colunas são decoradas com quadros onde é descrita a via-sacra. Estas peças, feitas em cerâmica policromada, são sobrepujadas por estátuas dos santos. Junto ao corpo da Basílica situam-se as quatro estátuas dos Santos portugueses: Santo António, São João de Deus, Beato Nuno e São João de Brito.

O local da Capela das Aparições, onde apareceu Nossa Senhora do Rosário aos Pastorinhos é o coração do Santuário. Um edifício simples onde se guarda a imagem da santa. Este foi o primeiro templo a ser construído na Cova da Iria e a ser usado como local de oração.

Na última Aparição surgiu uma nascente de água no local onde actualmente se ergue o monumento em honra do Sagrado Coração de Jesus. Em seu redor há bicas de água boa para beber.

João Paulo II, no dia 13 de Maio de 1982, inaugurou o Centro Pastoral Papa Paulo VI. Este é um centro de congressos e estudos marianos de grande importância. Catorze capelinhas completam a via-sacra. Evocam a paixão do senhor e o percuros que as engloba tem início na rotunda de Santa Teresa de Ourém. Depois passa junto do monumento que, nos Valinhos, mostra o local onde aconteceu a quarta aparição (19 de Agosto de 1917). O final da via é quando se chega ao Calvário, acima da Loca do Anjo (neste local terão os três pastorinhos recebido a primeira e terceira aparição do anjo ainda durante a Primavera e Outono do ano de 1916).

Ainda existem, e é possível visitar, as casas onde viveram os três pastorinhos. Em Aljustrel estas casas têm no seu interior os objectos de uso doméstico, mobiliário e objectos pessoais que serviram os videntes Lúcia, Francisco e Jacinta. No quintal de Lúcia, o Anjo, em 1916, fez a sua segunda aparição.

Os peregrinos podem receber assistência, caso tenham problemas, na Albergaria de Nossa Senhora das Dores.

Texto de Salomé Joanaz e Renato Soares especialmente para o regiaocentro.net

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ainda não há comentários para este artigo.

Find more about Weather in Coimbra, PO
Click for weather forecast

NEWSLETTER

Subscrever a newsletter:



Sair da newsletter:

ARRENDA-SE.NET

Quartos, apartamentos, casas, etc

RECADINHOS

Últimos recadinhos dos leitores:

Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20


RELÓGIO

Veja que horas são no mundo

NOTÍCIAS

Jornal O PÚBLICO

Cartas ao director

José Carlos Pinto bate recorde nacional dos 5000 metros
Fundista de 29 anos superou uma marca que vigorava desde 1998, ao ganhar o meeting Nacht van de Atletiek, na Bélgica.

Râguebi: Portugal soma a segunda vitória na Nations Cup
Num jogo disputado no Canadá, a selecção portuguesa derrotou Tonga, por 32-28, na terceira jornada da nova competição da World Rugby.

Políticas culturais, gratuitidade e museus: avançar, recuando
Existem alternativas ao modelo Acesso 52 e a mais evidente seria a ampliação das gratuitidades para todos os cidadãos da União Europeia, como se faz em Espanha. Opinião de Luís Raposo

Democracia em tempo de crise: as lições de Darwin para o ativismo de sofá
A lição que o darwinismo do século XXI oferece é clara: os indivíduos não são poeira estatística, meros peões num jogo genético, mas sim agentes ativos na sobrevivência da comunidade a que pertencem. Opinião de Luís M. Aires

Recuperar a soberania cívica perante o poder dos algoritmos
Pode uma sociedade livre aceitar que funções centrais da vida pública sejam governadas por privados cujo dever é maximizar valor para acionistas? A resposta não cabe num tecnopessimismo simplista. Opinião de Domingos Caeiro

NOTÍCIAS

Jornal EXPRESSO

(c) 2014 Portal REGIAOCENTRO.ORG

Termos de Serviço

Privacidade