Deserto
Uma equipe formada por um americano, um francês e um brasileiro está participando de um rally no meio do
deserto, quando o carro sofre um problema mecânico, a muitos quilômetros de lugar nenhum.
Após várias tentativas inúteis de consertar o carro, os três decidem abandoná-lo e ir embora a pé. O
americano então retira e leva o banco do carro, dizendo:
- Assim, se eu me cansar, sento-me e descanso.
O francês leva o radiador do carro:
- Se eu sentir sede, bebo a água do radiador.
O brasileiro retira e leva a porta do carro:
- Se eu sentire calor, abro a janelinha!
COMENTÁRIOS DOS LEITORES
Ainda não há comentários para este artigo.
|
|

Click for weather forecast
NEWSLETTER
Subscrever a newsletter:
ARRENDA-SE.NET
Quartos, apartamentos, casas, etc
RECADINHOS
Últimos recadinhos dos leitores:
Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20
RELÓGIO
Veja que horas são no mundo
NOTÍCIAS
Jornal O PÚBLICO
O que os números da AIMA na Justiça realmente mostram A busca pela Justiça precisa ser incentivada, e não o contrário. Recorrer continua sendo o caminho. Opinião de Amanda Rattes Empresário: “Minha vontade é de vender a empresa e ir para Espanha por causa da AIMA” Brasileiro Paulo Marcelino, sócio de uma empresa de logística em Portugal, viu o pedido de residência “sumir” do sistema da AIMA. Ele, que está com mulher e filho no país, tem visto de nômade digital. Porque é que a máquina de propaganda de Orbán deixou de funcionar? O que a eleição da Hungria ensina aos opositores democráticos sobre a rutura do poder populista. Seis meses de guerra no Irão, seis lições para os EUA, o Médio Oriente e o mundo A guerra que Trump prometeu que acabaria em “quatro ou cinco semanas” entra no seu sétimo mês. Sem fim à vista, mas com consequências para o mundo. As aventuras de Mark Carney nas garras do mandarim O mundo que se conta a partir do que se diz. Crónica de António Rodrigues Vítor Rua: “Nunca comprei um disco de rock português, a não ser que tocasse nele” Começou a tocar aos dez anos, co-fundou os GNR e os Telectu, foi do rock à minimal-repetitiva, da improvisação à música contemporânea. Grande entrevista com um criador inclassificável e provocador.
|