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PASSEIO DE BTT

No dia 24 de Abril de 2005 a A. H.C.R. Beselguense realizou na freguesia de Beselga, concelho de Penedono o 3 º passeio de Btt “Nos Trilhos do Ceireiro.”

Esta aventura começou há 3 anos e tem vindo a crescer de ano para ano, no 1º ano fomos cinquenta , no 2º ano  cento e quinze e este ano cerca de duzentos e vinte participantes.

 

Nos Trilhos do Ceireiro
Nos Trilhos do Ceireiro
Antes da partida

Mas foi assim que tudo se passou: 

No Sábado dia 23 de Abril durante a tarde fizeram-se os últimos preparativos para a jornada de Btt a realizar no dia a seguir.

Ainda havia muito por fazer, por isso organizamo-nos em grupos de trabalho. Um grupo partiu pelas 15 horas para fazer a marcação do percurso. Tarefa nada fácil não só pela sua extensão mas também dificultada pela chuva. Os voluntários para esta dura missão foram: António, Sérgio, Miguel e João. Não se acanharam e partiram animados, cientes da necessidade e da importância desta tarefa. Com o tractor carregado de estacas, fitas setas e sinais previamente elaborados. Vestidos com os seus impermeáveis verdes que pareciam camuflados, armados com agrafadores, pregos, ferro das pedras, martelos e enxadas como se fossem para uma “guerra”.

O resto do pessoal: Tiago, Miguel Santos, Celso, Manuel, Nuno, Luís e Eugénio ficámos para organizar as restantes tarefas não menos importantes o reforço alimentar, lembranças, diplomas, nº para as bicicletas, ratificação das listas de inscrição e a limpeza dos balneários.

Por volta das 20.30 todo o processo estava concluído. Entretanto, o pessoal da marcação chegou exausto e sentamo-nos em volta de uma mesa para revermos todos os pormenores relativos à segurança rodoviária uma vez que atravessaríamos a estrada por algumas vezes e todo o cuidado é pouco.

“Os dados estavam lançados” e as 214 inscrições feitas até ao momento davam-nos alguma segurança quanto à adesão dos betetistas a este passeio. No entanto, depois de consultarmos o tempo previsto na Internet (não era nada favorável) a dúvida instalou-se aumentando a  preocupação de muitos não aparecerem devido ao mau tempo.
Depois de uma noite de insónia e nervosismo, a primeira coisa que fiz quando acordei (ainda bem cedo) foi vir cá fora para ver o tempo. As perspectivas não eram as melhores chovia embora fosse uma chuva “miudinha”. A preocupação aumentou e até o pequeno-almoço reforçado que se deve tomar no dias dos passeios custou a escorregar pela garganta a baixo.

Nos Trilhos do Ceireiro
Nos Trilhos do Ceireiro



Fomos para a Associação por volta das 7.30 e para nosso espanto já lá havia participantes. Por volta das 8.00h começamos a fazer a confirmação das inscrições e se dúvidas tínhamos depressa as desfizemos pois os betetistas ocorreram em massa.

Embora, alguns dos inscritos não tivessem aparecido, outros vieram para compensar na última da hora sem inscrição prévia. Vieram participantes do Norte e do Centro do país provenientes de Abraveses, Arcozelo da Torre, Aveiro, Beselga, Bodiosa, Cavernães, Celorico da Beira, Encoberta, Ferrocinto, Fragoselas, Gafanha da Nazaré, Gumirães, Lamego, Lisboa, Maia, Mangualde, Marzovelos, Moimenta, Morrosa, Moselos, Paços de Ferreira, Penedono, Porto, Requeixo – Aveiro, Rio de Loba, S. Martinho de Orgens, S. Salvador, Santiago, Sarzedelo, Sátão, Seia, Seixo, Silvares- Cavernães, Tondela, Trancoso, Travassós de Cima, V. N. de Foz Côa, V. Nova de Gaia, Viana do Castelo, Vila Chã de Sá, Vila Nova de Paiva,Vila do Soito, Vila Real, Viseu. 

Por volta das 9.15, quinze minutos depois da hora prevista e depois de alguns conselhos dados pela organização em relação à segurança, atravessamos a Beselga em direcção à Ponte Roman(ic)a  para as fotografias da Praxe. De seguida à semelhança do ano anterior fez-se uma pequena volta de aquecimento em ritmo moderado na proximidade da Beselga.

Finda esta volta passámos pelo “Freixo” em direcção à “Cabeça do Pai”, pelo meio uma passagem estreita e com muita lama, sujaram-se as montadas e não só!

Se ainda não estávamos bem quentes aquecemos até ao cimo do monte, passando por algumas lajes escorregadias e onde pudemos ver a junça ao vivo.

Recuperamos o fôlego no planalto das Antas por ser uma zona plana e foi sempre a abrir até ao interior das Antas. O próximo destino era a Serra do Sirigo com cerca de 890m de altitude, agora era sempre a subir. Embora não fosse uma subida muito acentuada era extensa agravando-se nos últimos 200m com a aproximação do cume da montanha. Depois da subida, uma agradável descida até à Barragem da Dama, só se tinha que ter atenção a alguns regos feitos propositadamente para escoar a água da chuva.

Este ano o reforço não teve lugar no local habitual junto à água da “Barragem da Dama” devido à chuva. Tivemos que improvisar estacionando a “Princesinha do Agreste” que transportava o reforço debaixo do túnel por baixo da estrada nº 229 que dava acesso à barragem. Depois, de um reforço “reforçado” partimos em direcção à Beselga, chegando à “Ribeira da Senhora” subimos em direcção ao “Pedrógão” e descemos pelo “Quintinho” com passagem pelo “Carrascal”. Era altura de trocar de papéis, tivemos que transportar a bicicleta às costas para poderem passar o açude no “Carrascal”. Ainda houve alguns participantes que se desequilibraram e puderam sentir a água fresca da ribeira. 

Passando pelo “Moinho” fomos em direcção ao Seixo, contornando o “Coto” com direcção à Sarzeda. As maiores surpresas do percurso estavam reservadas para o fim. Primeiro com uma subida não muito extensa mas acentuada onde pudemos pôr à prova as nossas capacidades físicas. Depois da subida pudemos recuperar as forças durante alguns Km em zona plana até à pedreira e depois uma descida muito interessante onde pudemos libertar toda a adrenalina.

Passámos pela “Ribeira do Covelo” em direcção a um dos “ex-libris” da Beselga a Capela do Nosso Senhor dos Passos descendo pelo “Vale” e acabou onde tínhamos começado.

Depois de um banho retemperador, deparámo-nos com a parte mais dura da prova “derrotar” uma mesa recheada com as mais diversas entradas, regadas com vinho e cerveja e água (pouca a que choveu durante a prova já era suficiente).

Quando a chuva voltava a ameaçar, entrámos para o salão onde foi servido o almoço. Desta vez a vítima foi um “rancho” quentinho e saboroso.

Nos Trilhos do Ceireiro
Nos Trilhos do Ceireiro



Quando tudo parecia acabado o Raul de Trancoso contou algumas anedotas “arrancando” enormes gargalhadas e aplausos da parte de todos.

Acabada a festa, foram distribuídos diplomas e cestas em junça a todos os participantes.

No acto da despedida pudemos sentir um misto de sentimentos: de alívio porque a nosso ver tudo correu bem, por outro lado uma sensação de vazio porque esta grande jornada de btt tinha chegado ao fim.

De facto, empenhamo-nos ao longo de todo o ano a prepararmos este passeio, mas a nossa dedicação não foi em vão, pois foi muito gratificante ver cerca de 220 atletas a percorrer as nossas serras. Por isso, a todos os betetistas que estiveram presentes o nosso muito obrigado, pois a vossa presença veio enriquecer este passeio inesquecível (pelo menos para nós). BEM HAJAM e para o ano cá estaremos de novo para vos receber com alegria e amizade. Para ver notícia completa visite www.associacaobeselguense.pt .

Este ano em Outubro realizaremos a nossa 1ª Maratona como prometemos no final do passeio. Até lá boas pedaladas!
 
Eugénio Proença
(enviado por e-mail)


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