Ilustração sobre a Localidade

Sem Titulo

Chefes de vários países se encontraram. Todos diziam
que Jesus tinha nascido em seus respectivos países e
indicavam as seguintes provas:

A) 3 provas de que Jesus era turco:

Assumiu os negócios do pai; 
Viveu em casa até os 33 anos; 
Tinha certeza de que a mãe era virgem e a mãe tinha
certeza de que ele era Deus.

B) 3 provas de que Jesus era irlandês:

Nunca foi casado; 
Nunca teve emprego fixo; 
O último pedido dele foi uma bebida. 

C) 3 provas de que Jesus era porto-riquenho:

O primeiro nome dele era Jesus; 
Sempre teve problemas com a lei; 
A mãe dele não sabia quem era o pai. 

D) 3 provas de que Jesus era italiano:

Falava com as mãos; 
Tomava vinho em todas as refeições; 
Trabalhou no comércio. 

E) 3 provas de que Jesus era californiano:

Nunca cortou o cabelo; 
Andava descalço; 
Inventou uma nova religião. 

F) 3 provas de que Jesus era francês:

Nunca trocava de roupa; 
Não lavava os pés; 
Não falava inglês. 

G) 3 provas de que Jesus era brasileiro:

Nunca tinha dinheiro; 
Vivia fazendo milagres; 
Se ferrou na mão do governo. 

Não sabemos qual a nacionalidade de Jesus, mas Judas... com certeza... era Argentino!

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ainda não há comentários para este artigo.

Find more about Weather in Coimbra, PO
Click for weather forecast

NEWSLETTER

Subscrever a newsletter:



Sair da newsletter:

ARRENDA-SE.NET

Quartos, apartamentos, casas, etc

RECADINHOS

Últimos recadinhos dos leitores:

Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20


RELÓGIO

Veja que horas são no mundo

NOTÍCIAS

Jornal O PÚBLICO

Destruir será sinónimo de reformar?
Pilotar a transformação digital de uma avaliação que decide o futuro de dezenas de milhares de jovens não é terreno para ensaios em direto, cheios de secretismo e dúvida. Opinião de Isabel Flores

Longevidade? Estamos preparados para viver mais?
Estamos a precisar de elevar o nível de compromisso com os desafios da longevidade. Fica a sugestão de criação de um órgão governamental dedicado, na linha do que fazem os países do pelotão da frente. Opinião de Maria Margarida Corrêa de Aguiar

Arquitetos do nosso próprio futuro: a Europa tem de dominar as tecnologias essenciais
Quando as tecnologias essenciais são concebidas, fabricadas e controladas no exterior, a dependência deixa de ser uma escolha económica para tornar-se um risco estratégico. Opinião de Henna Virkkunen

A universidade como porto seguro: notas sobre um dever adiado
A universidade não pode acabar com os conflitos. Mas pode oferecer a quem tudo perdeu algo que nenhuma fronteira consegue confiscar: a possibilidade de continuar a aprender, a ensinar e a pertencer. Opinião de Luís Ferreira

Plano Diretor Florestal Municipal
A bem da prevenção dos incêndios, os municípios têm de ser mais envolvidos na gestão da floresta. Opinião de José Manuel Silva

Já morreu, coitado
O que se depreende do “Já morreu, coitado” é que, na volta, apesar de tudo, por muito mal que os portugueses digam da nossa passagem pela terra, viver sempre é melhor do que morrer. Crónica de Miguel Esteves Cardoso

NOTÍCIAS

Jornal EXPRESSO

(c) 2014 Portal REGIAOCENTRO.ORG

Termos de Serviço

Privacidade