Sem Titulo
Estavam a conversar, um físico, um matemático e um advogado.
Eis que um sujeito aparece e pergunta:
- Quanto é dois mais dois?
O físico se esforça, calcula e depois de muito tempo responde:
- 3,97.
O matemático, mais que depressa rebate:
- Não senhor! Dois mais dois são 3,99.
E o sujeito sem ter mais a quem recorrer, pergunta ao advogado:
- Afinal, na sua opinião qual é a resposta certa, 3.97 ou 3.99?
O advogado sem titubear responde:
- Quanto você quer que seja?
COMENTÁRIOS DOS LEITORES
Ainda não há comentários para este artigo.
|
|

Click for weather forecast
NEWSLETTER
Subscrever a newsletter:
ARRENDA-SE.NET
Quartos, apartamentos, casas, etc
RECADINHOS
Últimos recadinhos dos leitores:
Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20
RELÓGIO
Veja que horas são no mundo
NOTÍCIAS
Jornal O PÚBLICO
A herança do facilitismo: quem são, afinal, os “rascas”? O que temos hoje não é uma juventude sem causas, mas uma geração moldada por um “abandono familiar involuntário” e por uma escola transformada em pronto-socorro social. Opinião de João Nuno Tavares Como pagar um Serviço Nacional de Habitação O país está amarrado a esta crise. Não sei se o imposto sobre a localização é a solução perfeita, mas deve ser discutido. Vamos a tempo de ter casas. Opinião de Nuno Can Portugal não é mais egoísta. É mais mal desenhado Estamos, coletiva e silenciosamente, a desmontar as condições que tornam a generosidade possível. Opinião de Luís Plácido dos Santos O canário na mina de carvão… da IA As empresas têm de deixar de ser o canário na mina da IA e tratar esta ferramenta com a mesma seriedade com que tratam todas as outras componentes da sua segurança física e digital. Opinião de Jorge Monteiro Quando o silêncio da Administração Pública tem valor positivo Se a Administração Pública não cumpre a lei, pois não decide em tempo e muitas vezes nem decide, os interessados não podem ficar reféns da inação administrativa. Estudar mais, viver pior: a armadilha das oportunidades Quando habitação e escola deixam de funcionar como direitos efetivamente acessíveis, a promessa de futuro começa a perder credibilidade. Opinião de António Teodoro
|