Sem Titulo
A família estava viajando de carro tranqüilamente...
O pai, a mãe, dois filhos e a sogra, que não parava de gritar, resmungar, se debater, como toda sogra,infernizando mesmo.
O genro não agüentava mais ouvir aqueles berros, então resolveu parar o carro para tomar uma atitude drástica, irritado, desceu do carro, abriu o porta-malas e falou:
- Tudo bem, já chega! A senhora pode ir lá na frente.
Mas se der um pio, vai voltar prá cá, de novo!
COMENTÁRIOS DOS LEITORES
Ainda não há comentários para este artigo.
|
|

Click for weather forecast
NEWSLETTER
Subscrever a newsletter:
ARRENDA-SE.NET
Quartos, apartamentos, casas, etc
RECADINHOS
Últimos recadinhos dos leitores:
Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20
RELÓGIO
Veja que horas são no mundo
NOTÍCIAS
Jornal O PÚBLICO
Bolsas de nicotina: regular para reduzir riscos, não para proibir As bolsas de nicotina merecem um debate sério e despido de alarmismo. É preocupante que a proposta legislativa em discussão em Portugal aponte, na prática, para uma proibição encapotada do produto. Opinião de Bruno Maia Para quê? Para atrapalhar (e muito) a França O Paraguai ainda conseguiu enervar os franceses, mas foi incapaz de travar a marcha vitoriosa da selecção gaulesa neste Mundial.
A factura dos 500 milhões: reciclar ou pagar Num país onde se discute, com razão, cada décima do défice, cada aumento de impostos e cada verba do Orçamento do Estado, quase não há debate público sobre uma factura ambiental europeia que já existe Opinião de Pedro Nazareth Entrámos, mas não chegámos Portugal democratizou o acesso ao ensino superior. O que não se democratizou foi o que acontece depois de entrar. Opinião de Nuno Fraga Imigração em horário nobre O debate público precisa de menos histeria e mais honestidade intelectual. Jogar com o medo e com os receios das pessoas pode parecer politicamente conveniente, mas não resiste aos factos. Opinião de Ana Catarina Mendes O 1% que não é filantropia, e o 1% que poderia ser O que se propõe aqui não é eliminar o mecanismo da consignação do IRS existente, pelo contrário. É acrescentar-lhe uma dimensão que o transforme em algo mais ambicioso. Opinião de Luís Plácido dos Santos
|