vergonha
Uma velhinha vai ao médico e pede para que lhe ajude e reviver o apetite
sexual de seu marido.
"Que tal se tentarmos o Viagra ?" lhe diz o médico.
"Não tem jeito doutor" diz a anciã "meu marido não toma nem Aspirina
para
dor de cabeça". "Não tem problema" diz o médico. "Misture o Viagra no
lanche
sem que ele saiba. Volte em uma semana e me conte com foi".
Na semana seguinte volta a velhinha ao médico e lhe diz... "Ai
doutor...FOI
HORRRRIÍÍÍÍÍÍÍVELLLLLLLLLLLL . HORRRRRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL !!!!
"Mas o que aconteceu?????? pergunta o médico. "A Sra seguiu minhas
instruções ao pé da letra????"
"Sim, como não doutor, diz a velhinha " Misturei o Viagra no lanche sem
que
ele soubesse e o efeito foi imediato.
Ele levantou-se da cadeira jogou tudo o que estava sobre a mesa no
chão,arrancou toda a minha roupa e fizemos amor de forma apaixonada".
"FOI
HORRRRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL doutor FOI
HORRRRÍÍÍÍÍÍÍVEL".
"Mas porque foi horrível" pergunta o médico. " O sexo não foi bom ?".
"Não doutor" responde a velhinha, "foi o melhor sexo que tivemos em
longos anos", "mas acho que não vou ter cara para
entrar no Mac Donald´s nunca mais"....
COMENTÁRIOS DOS LEITORES
Ainda não há comentários para este artigo.
|
|

Click for weather forecast
NEWSLETTER
Subscrever a newsletter:
ARRENDA-SE.NET
Quartos, apartamentos, casas, etc
RECADINHOS
Últimos recadinhos dos leitores:
Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20
RELÓGIO
Veja que horas são no mundo
NOTÍCIAS
Jornal O PÚBLICO
O que os números da AIMA na Justiça realmente mostram A busca pela Justiça precisa ser incentivada, e não o contrário. Recorrer continua sendo o caminho. Opinião de Amanda Rattes Empresário: “Minha vontade é de vender a empresa e ir para Espanha por causa da AIMA” Brasileiro Paulo Marcelino, sócio de uma empresa de logística em Portugal, viu o pedido de residência “sumir” do sistema da AIMA. Ele, que está com mulher e filho no país, tem visto de nômade digital. Porque é que a máquina de propaganda de Orbán deixou de funcionar? O que a eleição da Hungria ensina aos opositores democráticos sobre a rutura do poder populista. Seis meses de guerra no Irão, seis lições para os EUA, o Médio Oriente e o mundo A guerra que Trump prometeu que acabaria em “quatro ou cinco semanas” entra no seu sétimo mês. Sem fim à vista, mas com consequências para o mundo. As aventuras de Mark Carney nas garras do mandarim O mundo que se conta a partir do que se diz. Crónica de António Rodrigues Vítor Rua: “Nunca comprei um disco de rock português, a não ser que tocasse nele” Começou a tocar aos dez anos, co-fundou os GNR e os Telectu, foi do rock à minimal-repetitiva, da improvisação à música contemporânea. Grande entrevista com um criador inclassificável e provocador.
|