Ilustração sobre a Localidade

História

O burgo de Leiria se desenvolveru a partir do morro onde está implantado o castelo. Depois do século XIII desceu encosta abaixo, até chegar à beira do rio Lis. Leiria nasceu da Collipo romana, fundada no século I a.C, que terá existido na colina de São Sebastião, nas proximidades de Andreus.

Todo o burgo esteve sob domínio dos mouros, até que em 1135, D. Afonso Henriques conquistou o castelo, atribuindo-lhe foral em 1142. A fortaleza foi reconstruída por D. Sancho em 1192, que lhe atribuiu foral em 1195. Neste ano verificou-se o derradeiro ataque dos muçulmanos.

Apesar de Afonso III, em 1254, reunir cortes em Leiria, apenas no reinado de D. Dinis o castelo seria decretado residência real (nesta altura foi doado a Santa Isabel de Aragão juntamente com a alcaidaria). A partir daí, deu-se a expansão da povoação para fora das muralhas protectoras do castelo. As muralhas cercaram novamente a vila pois os perigos de novas guerras com Castela estavam sempre presentes.

Em 1385 teve início a Dinastia de Aviz com a Batalha de Aljubarrota. É nessa altura que é estabelecida a paz defenitiva com Castela. Tem início também a expansão no Norte de África.
Enquanto o reino se afirmava além fronteiras, o povoado crescia até ao rio. As ruas e praças quatrocentistas recebem as feiras medievais afamadas no reino. A conjuntura de desenvolvimento económico e social favoráveis do século XV permitiu que em Leiria fossem criadas a primeira fábrica de papel e uma das primeiras oficinas tipográficas do reino.

Foi durante o século XVI que se construíram a Sé Catedral e a Igreja da Misericórdia. Na Praça Rodrigues Lobo, centro da cidade antiga, foi edificado, também nesta altura, o Paço dos Marqueses de Vila Real. Neste local terá existido um hospital na Igreja de S. Maninho.

O poeta Francisco Rodrigues Lobo, conta, na sua poesia seiscentista sobre a Igreja do Convento de Santo Agostinho, barroca, e também das vistas panorâmicas só possíveis de alcançar do Santuário de Nossa Senhora da Encarnação.
Deste lugar vê-se a cidade, as Termas de Monte Real e o famoso Pinhal de Leiria, base das caravelas usadas nos Descobrimentos Portugueses. Este secular pinhal existe até hoje e continua a circundar a Lagoa da Ervedeira.

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ainda não há comentários para este artigo.

Find more about Weather in Coimbra, PO
Click for weather forecast

NEWSLETTER

Subscrever a newsletter:



Sair da newsletter:

ARRENDA-SE.NET

Quartos, apartamentos, casas, etc

RECADINHOS

Últimos recadinhos dos leitores:

Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20


RELÓGIO

Veja que horas são no mundo

NOTÍCIAS

Jornal O PÚBLICO

“É mais eficaz ter mulheres a convencer outras mulheres a perderem direitos”
Lúcia Vicente traça o retrato de um universo que cresce à velocidade dos algoritmos e alerta que “também há mulheres que defendem um regresso aos papéis tradicionais de género”.

Pós-apocalipse não: Na Companhia das Estrelas, de Ridley Scott
O Ridley Scott de Alien ou Blade Runner já não existe há muito tempo, não é surpresa. O seu 30.º filme tinha tudo para ser muito melhor do que realmente é.

Chega e CDS rejeitam apelo da ONU para retirar projectos sobre identidade de género
BE pressiona PSD a recuar perante o alerta das Nações Unidas conhecido nesta quarta-feira e desafia o Presidente da República a posicionar-se. Sociais-democratas não irão reagir à carta.

Coyote vs. Acme: os Looney Tunes unidos jamais serão vencidos
Subversão discreta enfiada em blockbuster. Óptimo filme, inteligente, provocador como já não se espera de uma locomotiva comercial de Verão.

DJ brasileira sentiu falta de tribal house no Porto e decidiu criar a Tribalia
Kally Vasconcelos chegou a Portugal sem contatos. Anos depois, criou a Tribalia, selo musical e festa de tribal house ligada à comunidade LGBTQIA+, e prepara um festival de 18 horas no Porto.

Roma: como podem ser usados os subterrâneos para combater as ondas de calor
Na capital italiana, galerias, catacumbas e abrigos serão refúgios climáticos perfeitos para os cidadãos e os turistas. No subsolo, as temperaturas não ultrapassam os 17°C, dizem os especialistas.

NOTÍCIAS

Jornal EXPRESSO

(c) 2014 Portal REGIAOCENTRO.ORG

Termos de Serviço

Privacidade