o gênio Paulista
Um carioca e um paulista vinham caminhando pela rua debatendo sobre qual era o melhor lugar para se viver
Rio ou Sampa.
der repente, eles se deparam com uma lâmpada mágica.
Os dois correm desesperadamente atrás dela. A esfregam e sai um gênio que diz:
Cada um pode fazer um desejo!!
por que só um seu gênio?? perguntam.
Ou um ou nenhum !!!!responde o fumacento
O carioca começa.
"Ai merrmão,tú conhece o Crixto redentorr, o pão de açucarrr? então, exte é o Rio de janeiro brother.
Faça logo seu pedido !! diz irritado o gênio.
Bom ,quero que tu faça um muro contornando todo o extado do Rio com 2KM de altura, pra nenhum Paulixta marrento entrar na cidade maravilhosa.
Rapidamente o muro está em pé, num passe de mágica.
Agora é tu cumpadi paulixta, manda ai pra chefia genial teu desejo, mané!!
Bom seu Gênio, sabe esse estado aí que você fez um muro contornando toda sua extensão e com mais 2 kilômetros de altura?
SEI!!!!Responde o gênio
Enche de água dentro!!!!!
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Quo vadis, boomers? É de uma enorme falta de noção acusar os jovens de infantilidade ou radicalismo de privilégio. Deixem-nos aceder ao poder sem os demonizar. Opinião de Luis M. Rocha As construções das elites e a (des)legitimação da Constituição Todo o regime político é oligárquico, pela simples razão de que toda a maioria é sempre dirigida por uma minoria. Mas as formas e as regras através das quais isso acontece não são indiferentes. Porto, cidade mineral. E respirável? O Porto não tem de escolher entre granito e árvores, ou de anular a cidade mineral para se tornar numa utopia verde. Pode manter o seu granito e perguntar-se: como fazer crescer uma cidade respirável? Opinião de Inês Moreira Alcatrão e penas Talvez que algures no futuro tenhamos a graça de ter uma CML com rasgo e então se recupere o tempo agora perdido. Afinal, eleitos na CML, somos europeus ou portugueses? Decidam-se! Opinião de Paulo Ferrero O que fica quando alguém parte O luto não tem forma definida, não tem prazo, não tem manual de instruções. É uma das experiências mais universais da vida humana e uma das mais solitárias. Crónica de Luísa Soares O ar das Azenhas Não é o ar do mar batido das praias, que corresponde à espuma das ondas. É um ar puro que obriga a repensar a palavra “puro”. É puro porque não é mais nada senão nada. Que paraíso. Crónica de Miguel Esteves Cardoso
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